Caraguatatuba Saúde

Febre Amarela: Morador de Cunha morre após contrair a doença em Caraguá

Um morador da cidade de Cunha morreu após contrair febre amarela em Caraguatatuba. O caso foi confirmado pela Secretaria Estadual de Saúde.

Segundo a secretaria, um homem de 26 anos teve morte confirmada no último dia 5 por febre amarela.

A vítima, que teria se recusado a tomar a vacina, foi infectado em uma área rural de Caraguá, onde trabalhava. Ele foi internado no Instituto Emílio Ribas em São Paulo, mas acabou falecendo no dia 29 de outubro.

Segundo informações repassadas à imprensa, na época, pela Secretaria Municipal de Saúde de Caraguá, o homem havia trabalhado em uma fazenda e teria se recusado a tomar a vacina.

Em Caraguá, mais de 95% da população já foi vacinada contra a doença. A prefeitura mantém a vacinação em suas unidades de saúde.

O secretário de Saúde, Amauri Toledo, vive alertando, em suas entrevistas concedidas à imprensa, a necessidade de todos se imunizarem contra a doença.

“Nós continuamos vacinando em todas as UBS’s. Lembramos que realizamos ações casa a casa para que todos tivessem a chance de se proteger contra a febre amarela. Se há alguém que ainda não tenha tomado a vacina por favor, pedimos que se vacine, pois esta é uma doença muito grave e que mata”, alerto o secretário.

Litoral Norte

A região contabiliza 15 casos da doença, que resultaram em seis mortes. Até agora, foram registrados 11 casos e três mortes em Ubatuba; 3 casos e duas mortes em São Sebastião; e, o recente caso do morador de Cunha, que contraiu a doença em Caraguá e faleceu na capital.

Estado

Em 2018, mais de 8 milhões de pessoas já foram vacinadas contra febre amarela em todo o Estado. O número ultrapassa a marca da vacinação, mesmo assim, até 23 de outubro foram contabilizados 502 casos autóctones de febre amarela, que resultaram em 175 mortes.

Com relação às epizootias, neste ano, 257 macacos tiveram confirmação da doença. A região com maior concentração é a Grande São Paulo, com cerca de metade dos casos. Desse total, 2 casos envolvendo macacos ocorreram na Baixada Santista, e 33 casos ocorreram na região do Vale do Paraíba e Litoral Norte.

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